Se o homem não existisse, o planeta Terra estaria bem preservado. Mas o homem, ou seja, o ser humano existe. Mas ele existe, graças a desgraça dos grandes animais, como os dinossauros e dizem que o culpado de tal desgraça foi a queda de um meteoro. Então a queda ajudou, facilitou a existência do gênesis e a criação divina. Talvez um crente tente me convencer que o seu Deus mandou o meteoro de próposito. É um bom argumento.
Qual a idade do ser humano? Qual a idade do Planeta? O ser humano foi fabricado realmente por uma divindade através do barro como nos relata o gênesis bíblico ou casualmente houve a evolução, proposto por Darwin, até o ponto em que se encontra neste horroroso início do século XXI? Ou o ser humano é o resultado do cruzamento, o hibridismo de outras raças interplanetárias, que deram as caras por aqui? Ou a experiencia com outros animais? O cometa caiu por acaso ou foi o deus bíblico que o mandou para azar das espécies e sua destruição para poder povoar a Terra com seres humanos? Por quê existem seres humanos com caracteristicas de vários animais?
Existem perguntas fáceis de responder. Muitas. Existem, as que por mais que se tente responde-las, ficam engasgadas bem lá numa parte recôndita do cérebro. Para religiosos, perguntas são fáceis de serem respondidas, pois o que vale é o que está escrito. Falou, está falado. Não tem discussão. E quanto à ciência, enquanto colocarem-na dogmática como se religião fosse, terá muita dificuldade em dar respostas, com o seu falou, tá falado. Escreveu está escrito.
Ignorando perguntas e respostas a Terra continua a existir. Muitas espécies desapareceram e não estamos falando só dos incriveis bichões de priscas eras. Estamos falando das mais recentes dos últimos séculos. Animais como o antílope azul, os marsupiais australianos, o"boto" do mar de Berhing, extensão do Oceano Pacífico; Focas, como as do caribe, ou o rinoceronte negro do oeste africano. E o que dizer do belo e imponente tigre do cáspio, o qual existia em parte da ásia e os idiotas do império russo, nos anos 60, determinou sua matança para tornar a região colonizável. E não tenho dúvida de que a raça mais desgraçada que existe é o colonizador imperialista. Pois esse tipo asqueroso de ser, seu grupo e toda uma hierarquia não se preocupam com os seres. Qualquer tipo de ser. Seja o ser humano ou demais seres existentes na natureza. Caçam de forma predatória. Desmatam agressivamente sem se preocupar com a reposição das matas e florestas e escravizam semelhantes. Para sobrevivência de seus grupos, filosofia e ideologia, dividem as sociedade em classes para melhor explorar seus semelhantes. Os quais chega determinado tempo que já não são mais considerados semelhantes. Se dividem em superiores e inferiores.
Mas toda essa organização social, que se torna complexa, não deixa que sua miopia trazida pela voracidade, tomem atitude de reduzir drasticamente a poluição e destruição ambiental, não lhes importa se cada espécie animal, cada espécie de mata nativa extintos, vá trazer também a extinção da espécie humana. Os idiotas, ao invés de revirem seu atos, insistem nos erros.
Então, não basta um sujeito ser bom, trabalhador; ser bom chefe de família; ser fervoroso religioso. Não! Tem que ir além. Colocar na prática que quer um mundo bom, justo e digno para a geração atual e futuras. Os bons tem que se unir contra os maus e suas leis injustas, que só punem os fracos. por outro viés, temos que parar de cair na armadilha de nos deixarem com baixa autostima de forma que idolatremos idiotas com titulos ou doutorados que não movem uma palha para melhorar o planeta. Autoestima em alta já e lutemos por um mundo melhor
maideinbaixada
terça-feira, 29 de março de 2016
terça-feira, 6 de agosto de 2013
O Tempo é Lá e Agora
A mente
viajou no tempo e no espaço e tentou divisar os seres de um tempo
remoto. Mas a única coisa que conseguia ver eram as figuras
decorativas dos livros e artigos sobre os “Homens das Cavernas”.
E o mesmo se dava quando tentava ver a figura de certo deus. Vinha
sempre a figura de um homem de barbas brancas, senho franzido, como
se estivesse sempre preparado para dar corretivos em alguém. A velha
e temível
figura
paterna de tempos medievais. Só de pensar no horror das figuras
daqueles tem-
pos dá
para sentir uma certa felicidade com os tempos atuais, mesmo que
ainda persista a velha mania de sujeitos que nunca se viram serem
insuflados por sujeitos que mal conhecem a lutar até a morte,
assassinando desconhecidos, em que velhos mulheres e crianças são
apenas números nas frias estatísticas de robôs fardados ou de
civis em
estranhos trajes. Estranhos trajes em que um pedaço de pano
apertado em nós parece enforcar o homem frente às câmeras. O qual
parece fazer um esforço de- sesperado para demonstrar tristeza por
vítimas de holocaustos periódicos. Obervando por outro prisma,
para sermos um tanto condescendente para com o homem que parece
sofrer frente às câmeras, seu ato é um tanto mais realista com a
fatal natureza
dos
acontecimentos do que aquela moça bonita, as jornalistas são sempre
bonitas, de
tez clara
e belos olhos também claros, que transmite tragédias com certo
sorriso nos lábios. Há! Como são estranhas aquelas belas Madonas!
Então, me vem vem à mente
mulheres
que tem o medonho e brochante hábito de rir no momento em que
deveriam estar gemendo de prazer durante o momento do orgasmo ou nos
momentos
precedentes.
Mas também devemos ser condescendentes para com as mulheres que ri
em e vem a
pergunta. Será de deboche pelo tamanho da peça, ou porque são
sempre alegres? Mas demonstrar alegria daquela forma num momento
daqueles! Bah! Mas,re
tornando à
condescendência para com as Madonas de aparente riso debochado ou
sabe-se
lá, sinceros, são as mesmas mais realistas e honestas do que
aquelas que ge-
mem,
suspiram, fingindo prazer. Há! Mas foda-se, desculpem, dane-se a
sinceridade,
pois os
sussurros e gemidos ativam mais a libido. A risada, bem a risada dá
arrependi-
mento pela
entrada e os chope no motel. Mas e aquelas Madonas das tragédias?
Dife-
rente das
demais, não tem tal direito. Assim como não tinha direito, uma
senhora com nome de porco, quando também outros espíritos de
suínos, graças à queda do império
soviético
, com a ajuda de um tal Gorbatchev, outro espírito de porco,
implantaram um bagulho na economia mundial chamada globalização, a
mulher de nome e espirito
suínico,
porcalhão, garantiu que tal sistema era uma maravilha, há! Quantos
espiritos
colonizados
mostraram suas caras! Até uns caras que arrotavam uma palavra tão
mal-
tratada e
utilizada por oportunistas das mais variadas estirpes como plataforma
eleito-
ral, o
socialismo, acreditaram, garantiram, que a tal da globalização
viera para ficar e
aderiram
ao tal do neoliberalismo. Da mesma forma que bandidos,a maioria, e
assassi nos não admitem, e até fingem ou parece ter vergonha de
assumir, e serem chamados como tal, os suínos neoliberais também
assim o são. Ainda lembro bem, um sujeito
com eterno
sorriso de hiena, em que o saudoso jornalista e escritor Fausto
Wolff, em
sua coluna
semanal em determinado jornal, de escracho aos espíritos de porco, o
cha-
mava de
“boca labiúdas”, um dos ardentes defensores do neoliberalismo, o
qual implantou um tal Real, tinha horror de ser chamado neoliberal. O
sujeito, tal qual
aqueles
tais, tinha horror de ser tachado ou assumir o que realmente era.
E Real
mente.
Mesmo com
os modernos e modernas espíritos de porco, sinistras e modernas
Mado-
nas, tanto
as das câmeras, como as dos colchões e dos matinhos da vida; e os
moder-
nos e
mentirosos liberais, tanto os da matriz quanto os colonizados que
ainda se esfor
çam para
dar um tom de esquerdistas em otários que ainda não deixaram a
ficha cair,
e com os
modernos e otários robotizados que acreditam piamente estar
defendendo a
pátria em
seus uniformes assassinando aqui, e acolá aqueles que lhes mostram
como inimigos, com tudo isso, ainda acho que os tempos atuais são
melhores que na época
das
antigas cruzadas e das antigas caças às bruxas. Afinal de contas
nem todas as mu-
lheres na
atualidade gemem e suspiram de mentira. A maioria começa fingindo,
mas
faz parte
do jogo das fêmeas, para depois gozarem de verdade. A maioria,
porque nem todas gozam. Podem até, sentir certo prazer. Mas nem
todas gozam. Mas nem to
das são
obrigadas a fingir, sentir, ou não demonstrar prazer como assim o
era em determinada, tenebrosa e longínqua época, porque um grupo
de malandros sacerdotes
determinava
que o sexo era feito para e apenas a procriação e que quanto ao
prazer
sexual,
tal era considerado pecado e não era por acaso que as mulheres, as
mais frágeis que se culpavam em sentir prazer, adquiriam sérios
problemas emocionais e
muitas
daquelas mulheres transformadas em infelizes mulheres acabavam sendo
inter
nadas em
manicômios e torturadas por sujeitos que acreditavam piamente
estarem as
pobres
criaturas com demônios seus corpos e por outros que aceitavam
impunemente a ordem supliciante dos poderes eclesiásticos, sem o
minimo remorso.
Mesmo com
os modernos espíritos de porco que abundam as ordens eclesiásticas
em
todo o
mundo, em que Estados teocráticos impõem, confundem seus modelos
com a
ordem
político eleitoral religiosa; com setores radicais cristãos
querendo impor suas
ordenações
à estados muçulmanos e setores radicais islâmicos querendo impor
suas
ordenações
nos países em que ocupam; mesmo com os cristãos católicos
conservado- res, assim como suas vertentes cristãs protestantes se
autoproclamarem superiores às
religiões
da África negra; os das religiões provindas da nossa Mãe Negra,
acreditando
e muitas
das vezes querendo impor que as angústias que às vezes me aflingem
são de
ordem
espiritual e não psíquica, com tudo isso ainda olho os tempos
atuais com olhos
menos
lânguidos que os do “tempo da idade das cavernas” e da
torturante Idade Média. Mas, há! Meu Deus dos céus! Qual a
convergência entre as religiões em que seus participantes e
simpatizantes se proclamam superiores entre as demais? Pela
aporrinhação
que todas elas me causam quando garantem que meu problema material ou
psíquico vem de uma questão espiritual. Neste quesito todas são
iguais. Tanto a
que mata o
dragão no céu, quanto a que mata a galinha na esquina. Mas com tudo
isso ainda acho o mundo “muderno” mais interessante. Mesmo quando
um sujeito chamado Garotinho e um bando de oportunistas espirito de
porco quer relembrar os anos que antecederam a década de setenta,
quando a religião católica era a religião oficial do Estado e
tentam implantar um conservador Estado Protestante. Em nome de
Cristo.
Dizem que o pobre homem, após longas suplicias subiu aos céus.
Outros dizem que voltará um dia. Outros garantem que já está aqui.
Mas não é otário de dar
as caras.
Com certos “seguidores” não se pode dar mole. Quanto aos
inimigos menos ainda.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Rosana em Mim
Queria pensar numa coisa boa. Palpável.
Não apenas aqueles em que vem de um setor do cérebro
Ou de suas ramificações.
Pensei em rios, mares, florestas e
Montanhas.
Caminhei por trilhas e dancei para os pássaros.
Eles cantavam para mim e eu dançava
Para eles.
Os sonhos em que eu voava, voava...
Planava e planava, vieram a minha mente.
Até cordilheiras abrigando exuberantes
E perigosas quedas d’água
Por elas viajei
Florestas, savanas por elas, vaguei.
A águia dos olhos da minha mente
Me veio...
Voce...
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Meio Ambiente e "o Homem". Rio+20 e os Farsantes
Meio Ambiente e "o Homem". Rio+20 e os Farsantes
Tem um troço acontecendo na "Cidade Maravilhosa", - ainda insistem em chamá-la assim?- denominado Rio+20. Na dita cidade existe também um troço chamado Grande Mídia.. É interessante como os profissionais da dita rede, uns, porque acreditam, outros para não perderem o "seu pão...", insistem em suas reportagens e chamadas em responsabilizar o tal do "Homem" pelos desastres ecológicos e pela cloaca em que estão transformando o planeta Terra. Um planeta tão belo que Beto Guedes, ou Lô Borges, mesmo sem conhecer os demais, afirmaram ser "o mais belo dos planetas".
Infelizmente, líderes religiosos, professores, principalmente estes, que deveriam dizer a verdade para seu público, ou seja, seus alunos e pais, entram na jogada dos capitalistas, os grandes industriais e representantes do complexo bélico-industrial-militar, os quais se preocupam apenas com lucros e conquistas geo militar e politicas, fazem guerras, destroem, assassinam, desmatam e não estão nada preocupados com o futuro do planeta e seus habitantes.
Esses sujeitos, esses grupos, quando a população se mobiliza contra a destruição do meio-ambiente, pelo desrespeito contra o ser humano ou por luta por melhores condições de trabalho e salarial, mobilizam governo federal, estadual ou municipal em que ordenam tropas da policia para reprimir barbaramente a população. Todos os governadores e prefeitos assim agem. Não é diferente com o governo federal. Isso, sem falarmos no poder judiciário que é conivente com os crimes dos grandes grupos capitalistas. E nessa mesma latrina está o legislativo, o qual mafiosamente modificam as legislações para favorecer os grandes grupos capitalistas.
Lideres religiosos, também têm grandes responsabilidades, quando, ao invés de "dar nome aos bois", aos verdadeiros responsáveis pela destruição do planeta, pelo pântano social cada vez mais aprofundado, ficam repetindo a velha, chata e alienante cantilena do "Pecado Original", em que responsabiliza todos os seres humanos pelas grandes castátrofes. O tal "do homem".
Quero dizer a todos os professores, padres, pastores e demais lideranças que a culpa pela devastação da Amazônia não é do homem, mas sim, pelos grandes grupos empresariais que utilizam moto-serra. Que a culpa é do sr. Lula e dos antecessores e da atual presidente Dilma, que vai inundar terras na região e modificar todo o clima para pior. Tudo isso para satisfazer grupos que lhes bancam suas campanhas politico-eleitoral.
Em todo pais, o desrespeito pela natureza e pelo ser humano, não é de hoje. E quem está por cima da hierarquia do desrespeito é sempre um grupo social. Os que tem grana. Estão blindados pela justiça, pela policia e pelo legislativo. Então não é o tal "do homem". É um grupo social. E tem nome. Tem organização. É a Burguesia.
Então, quando alguém responsabiliza todo agrupamento social, o tal do "homem" pelo caos no meio-ambiente, pelo caos social, enfim, pelo caos, está sendo conivente com os verdadeiros responsáveis. Ou por ingenuidade. Por burrice. Ou por oportunismo.Estes para ficar com os ossos do filé que já se foram.
Os criminosos tem nome.
Burguesia.
Para a presidente Dilma e seus asseclas, a Rio+20 é um "grande avanço e uma grande vitória". Está nos jornais. Mesmo que a sociedade civil critique o texto cujo conteúdo não traz nenhuma melhora para o meio-ambiente.
Então, não é o homem. A culpa é da Burguesia.
Tem um troço acontecendo na "Cidade Maravilhosa", - ainda insistem em chamá-la assim?- denominado Rio+20. Na dita cidade existe também um troço chamado Grande Mídia.. É interessante como os profissionais da dita rede, uns, porque acreditam, outros para não perderem o "seu pão...", insistem em suas reportagens e chamadas em responsabilizar o tal do "Homem" pelos desastres ecológicos e pela cloaca em que estão transformando o planeta Terra. Um planeta tão belo que Beto Guedes, ou Lô Borges, mesmo sem conhecer os demais, afirmaram ser "o mais belo dos planetas".
Infelizmente, líderes religiosos, professores, principalmente estes, que deveriam dizer a verdade para seu público, ou seja, seus alunos e pais, entram na jogada dos capitalistas, os grandes industriais e representantes do complexo bélico-industrial-militar, os quais se preocupam apenas com lucros e conquistas geo militar e politicas, fazem guerras, destroem, assassinam, desmatam e não estão nada preocupados com o futuro do planeta e seus habitantes.
Esses sujeitos, esses grupos, quando a população se mobiliza contra a destruição do meio-ambiente, pelo desrespeito contra o ser humano ou por luta por melhores condições de trabalho e salarial, mobilizam governo federal, estadual ou municipal em que ordenam tropas da policia para reprimir barbaramente a população. Todos os governadores e prefeitos assim agem. Não é diferente com o governo federal. Isso, sem falarmos no poder judiciário que é conivente com os crimes dos grandes grupos capitalistas. E nessa mesma latrina está o legislativo, o qual mafiosamente modificam as legislações para favorecer os grandes grupos capitalistas.
Lideres religiosos, também têm grandes responsabilidades, quando, ao invés de "dar nome aos bois", aos verdadeiros responsáveis pela destruição do planeta, pelo pântano social cada vez mais aprofundado, ficam repetindo a velha, chata e alienante cantilena do "Pecado Original", em que responsabiliza todos os seres humanos pelas grandes castátrofes. O tal "do homem".
Quero dizer a todos os professores, padres, pastores e demais lideranças que a culpa pela devastação da Amazônia não é do homem, mas sim, pelos grandes grupos empresariais que utilizam moto-serra. Que a culpa é do sr. Lula e dos antecessores e da atual presidente Dilma, que vai inundar terras na região e modificar todo o clima para pior. Tudo isso para satisfazer grupos que lhes bancam suas campanhas politico-eleitoral.
Em todo pais, o desrespeito pela natureza e pelo ser humano, não é de hoje. E quem está por cima da hierarquia do desrespeito é sempre um grupo social. Os que tem grana. Estão blindados pela justiça, pela policia e pelo legislativo. Então não é o tal "do homem". É um grupo social. E tem nome. Tem organização. É a Burguesia.
Então, quando alguém responsabiliza todo agrupamento social, o tal do "homem" pelo caos no meio-ambiente, pelo caos social, enfim, pelo caos, está sendo conivente com os verdadeiros responsáveis. Ou por ingenuidade. Por burrice. Ou por oportunismo.Estes para ficar com os ossos do filé que já se foram.
Os criminosos tem nome.
Burguesia.
Para a presidente Dilma e seus asseclas, a Rio+20 é um "grande avanço e uma grande vitória". Está nos jornais. Mesmo que a sociedade civil critique o texto cujo conteúdo não traz nenhuma melhora para o meio-ambiente.
Então, não é o homem. A culpa é da Burguesia.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Do Gênesis aos Apocalipticos - Parte I
Segundo as "Escrituras Sagradas" dos judeus, católicos e cristãos, contida lá no gênesis, o ser humano tinha tudo para dar certo, não fõsse a tal da desobediência, o tal do Pecado Original e tendo em vista tal situação, a doença e a morte é o salário pago. Estas coisas sempre confundiam minha cabeça, pois eu não achava que quem criou a humanidade deixasse estas coisas assim acontecer. Mas está lá...
Muitas luas, guerras e pestes após tal escrita nasceu um sujeito o qual foi-lhe dado o nome de Charlles e concluiu que o tal do ser humano sofreu uma evolução. O sujeito não nascia andando, falando erecto e todo bonitão. Com o tempo foi se transformando. Bem, a se acreditar em tal afirmação, devemos concordar sem nenhuma mágoa, sem nenhuma paranóia, de que o ser humano é de fato imperfeito. Mas como é racional, com o tempo pode se aperfeiçoar. Melhorar a si para ajudar a outrem. Os fortes ajudarem os frageis e os mais inteligentes ajudarem, ensinar com paciência os com mais dificuldade de aprendizado. Mas não é bem assim que vemos ocorrer nas sociedades.
O calor infernal que me aflige me leva a desconfiar que os fortes econõmicamente vão usufruir dos fortes fisicamente para impor sua politica irracional de industrialização desordenada, desorganizada e arrebentar com o eco-sistema. Vão utilizar sujeitos que se deliciam, se pavoneam em se acharem que são pais ou mães do povo que os elegeram para mandato presidencial. Sujeitos que utilizam com facilidade o termo mais sacaneado, mais vilipendiado, que é a "democracia". Sujeitos que já se colocaram na linha de frente de uma batalha contra os fortes de vários naipes, mas que com facilidade manda esquecer tudo o que disseram, parodiando outros que nunca lutaram, mas imitavam em seus escritos grandes escritores do mundo da sociologia e da filosofia e que na maior cara-de-pau mandavam esquecer o que escreveram. O calor infernal e as tempestades que deixam desaparecidos e cicatrizes na alma de outros me dão a certeza de que esses sujeitos, os tais fortes e seus drogas associados me garantem que a evolução é um bom negócio para a alma, mas nem todos desejam. Bem, quero respeitar os répteis. Sem comparações...
Muitas luas, guerras e pestes após tal escrita nasceu um sujeito o qual foi-lhe dado o nome de Charlles e concluiu que o tal do ser humano sofreu uma evolução. O sujeito não nascia andando, falando erecto e todo bonitão. Com o tempo foi se transformando. Bem, a se acreditar em tal afirmação, devemos concordar sem nenhuma mágoa, sem nenhuma paranóia, de que o ser humano é de fato imperfeito. Mas como é racional, com o tempo pode se aperfeiçoar. Melhorar a si para ajudar a outrem. Os fortes ajudarem os frageis e os mais inteligentes ajudarem, ensinar com paciência os com mais dificuldade de aprendizado. Mas não é bem assim que vemos ocorrer nas sociedades.
O calor infernal que me aflige me leva a desconfiar que os fortes econõmicamente vão usufruir dos fortes fisicamente para impor sua politica irracional de industrialização desordenada, desorganizada e arrebentar com o eco-sistema. Vão utilizar sujeitos que se deliciam, se pavoneam em se acharem que são pais ou mães do povo que os elegeram para mandato presidencial. Sujeitos que utilizam com facilidade o termo mais sacaneado, mais vilipendiado, que é a "democracia". Sujeitos que já se colocaram na linha de frente de uma batalha contra os fortes de vários naipes, mas que com facilidade manda esquecer tudo o que disseram, parodiando outros que nunca lutaram, mas imitavam em seus escritos grandes escritores do mundo da sociologia e da filosofia e que na maior cara-de-pau mandavam esquecer o que escreveram. O calor infernal e as tempestades que deixam desaparecidos e cicatrizes na alma de outros me dão a certeza de que esses sujeitos, os tais fortes e seus drogas associados me garantem que a evolução é um bom negócio para a alma, mas nem todos desejam. Bem, quero respeitar os répteis. Sem comparações...
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Sarapuhy versus gestapo
Quando era guri, fugia de jacaré no Rio Sarapuhí. Este era populamente chamado de rio do meio". Não sei se era porque a maioria do pessoal não sabia seu nome. Ou se era um daqueles chamados carinhosos em que se cria intimidade. Como o "Velho Chico". O Sarapuhi era o meu São Francisco da Baixada. Existia soberbamente entre dois rios, os quais eram de menor volume dágua. Mas que não poderiam ser menosprezados, quando transbordavam nos periodos de fortes chuvas. Com o tempo a densidade demográfica e a falta de planejamento urbano e o desprezo e a falta de respeito para com o meio ambiente, os companheiros do "rio do meio" foram soterrados em varios trechos e os que restaram não passam de valas fétidas..
O Sarapuhy continuou sua viagem sendo massacrado com animais mortos, cadáveres de suspeitos, e de vitimas de psicopatas de diversos calibres.
Já na década de 50 a sua morte lenta foi anunciada com a chegada de uma empresa alemã, cuja inauguração se deu por um sujeito endeusado por ter construido a capital de Pindorama.Se o tal sujeito de ânsias megalomaníacas soubesse o que traria tal industria...Bem talvez inaugurasse assim mesmo. Dizem os
mais bem informados que ela fabricava, ou fabrica um tal desfolhante verde que era usado contra os vietcongs na guerra do Vietnã, deixando um rastro de mortes, doenças e desertificação. Cruz credo!!! Vade retro Hitler e seus seguidores bastante atuais! Bem! Ou melhor, quer dizer, mal!...O problema é que partes dos dejetos quimicos eram despejados no Sarapa. Ha! Quem morava lá pelas bandas de Belforfor Roxo, Coelho da Rocha e adjacências sofria com o horroroso fedor transmitido pela empresa. Pessoas tinham serissimos problemas de saude e até câncer. Mas muita gente boa dizia que a empresa era importante, porque dava empregos. A bosta toda é que o Sarapuhi não foi mais o mesmo. Nem as pessoas que viviam em seu entorno. Tampouco seus peixes e jacarés. Eu não mais me atreveria a me divertir fugindo daquele bicho. Quem têm a quimica da empresa que está entre o norte e o sul da Baixada não precisa de animais para ser devorado.
O Sarapuhy continuou sua viagem sendo massacrado com animais mortos, cadáveres de suspeitos, e de vitimas de psicopatas de diversos calibres.
Já na década de 50 a sua morte lenta foi anunciada com a chegada de uma empresa alemã, cuja inauguração se deu por um sujeito endeusado por ter construido a capital de Pindorama.Se o tal sujeito de ânsias megalomaníacas soubesse o que traria tal industria...Bem talvez inaugurasse assim mesmo. Dizem os
mais bem informados que ela fabricava, ou fabrica um tal desfolhante verde que era usado contra os vietcongs na guerra do Vietnã, deixando um rastro de mortes, doenças e desertificação. Cruz credo!!! Vade retro Hitler e seus seguidores bastante atuais! Bem! Ou melhor, quer dizer, mal!...O problema é que partes dos dejetos quimicos eram despejados no Sarapa. Ha! Quem morava lá pelas bandas de Belforfor Roxo, Coelho da Rocha e adjacências sofria com o horroroso fedor transmitido pela empresa. Pessoas tinham serissimos problemas de saude e até câncer. Mas muita gente boa dizia que a empresa era importante, porque dava empregos. A bosta toda é que o Sarapuhi não foi mais o mesmo. Nem as pessoas que viviam em seu entorno. Tampouco seus peixes e jacarés. Eu não mais me atreveria a me divertir fugindo daquele bicho. Quem têm a quimica da empresa que está entre o norte e o sul da Baixada não precisa de animais para ser devorado.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
A cor do Tempo
Junto às manhãs vinham aromas com a natureza das estações. Os olhos da mente ainda recordam o aroma primaveril e outonal. Os olhos se davam a ganhar tempo ao observar folhas as quais a brisa faziam rolar pelo chão feito crianças. No inverno os olhos tentavam advinhar o que vinha adiante, pelo que ingleses chamam de "fog". Alguns tolos brasileiros também assim adejetivam o que nós chamamos neblina, cerração. E quantas tardes o aroma das plantas se misturavam ao do capim queimado! As noites eram quentes, os dias mais ainda. Mas não eram infernais quanto aos dias do esquisito, moderno e causticante século XXI. O calor, pelo menos nas bandas da Baixada Fluminense, era suportável. Se não fossem os incômodos insetos e as horrorosas valas abertas, de variadas e horrenda cores, poderiamos dizer que o calor seria bem tolerável. Ou seriamos mais tolerantes para com êle. Os incômodos insetos e os terriveis odores não eram mais do que o resultado do que os governantes carregavam em seus cérebros. Mas tais seres, repugnantes seres, não impediam que nas frias noites juninas, alegres pessoas, talvez inconscientes da felicidade que poderiam ter, deixassem de soltar seus fogos, seus balões e se divertir daquilo que tanto sabiam. Brincar de caipiras. O verão era uma festa. Deixávamos a vaidade subir à nossa cabeça e os corpos desnudos sob o raiar do sol , nas prais, ou nas lages. Esqueciamos que a qualquer momento teriamos que levantar nossos parcos móveis pela ameça de negras nuvens. Azar! Já tinhamos nos esbaldado no carnaval! O século XX já se foi. A cor do tempo e seu aroma é outro. Mas aqueles homens dos gabinetes em nada mudaram. Bem, quanto ao aroma, o aroma do tempo não está nada poético. E quanto ao fogos, bem os fogos não são bem de alegria...
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